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quinta-feira, 7 de novembro de 2013

EXTRATOS DE INSANIDADE

A palavra loucura não me soa mal. Gosto desta palavra. Esta palavra me atrai e garanto que dá sorte e traz felicidade. Todas as outras, maluquice, piração, birutice, doideira, me agradam profundamente. As palavras pseudo-científicas também não me assustam: psicótico, esquizofrênico, paranóico. Nada disso me desagrada. Normal, me choca e arrepia muito mais.
Todavia INSANIDADE ou INSANO não têm para mim a mesma graça. A mesma coisa acontece com Sociopata ou Psicopata. Estas palavras me causam medo e insegurança. É o velho peso individual das palavras.
Se a humanidade fosse apenas biruta, não me incomodaria tanto. Se as pessoas fossem malucas, também não, mas a humanidade é Insana.
Não pesquisei a origem dessas palavras. Contudo é simples. Insano é o que não é sano; é o que não tem saúde, é a palavra mais adequada para designar a patologia própriamente dita.
A sociedade é normal, é claro, mas é insana. Normalidade é apenas o comportamento da maioria e isso é absolutamente insano.
A despeito da insanidade geral, existem casos particulares de insanidade explícita. Hoje, trouxe dois deles para vós.
Leiam e durmam bem e durmam sãos.
Clínicas Clandestinas em Taiwan
Clínicas clandestinas em Taiwan são investigadas por vender bolas de algodão com sangue a prostitutas para que elas possam fingir virgindade aos clientes.
De acordo com a imprensa chinesa, o sangue é retirado nos estabelecimentos e colocado em bolas de algodão, que são preservadas em freezers.
Após combinar a relação com o cliente, a mulher então insere o algodão na vagina para “sangrar” durante o ato sexual, podendo assim cobrar mais caro. Com isso, o valor do programa pode chegar a até US$ 1020 (o equivalente a R$ 2.300 ).
Um vídeo divulgado pela imprensa local mostra o dono de uma das clínicas mostrando como funciona o esquema. Clínicas clandestinas em Taiwan são investigadas por vender bolas de algodão com sangue a prostitutas para que elas possam fingir virgindade aos clientes.
De acordo com a imprensa chinesa, o sangue é retirado nos estabelecimentos e colocado em bolas de algodão, que são preservadas em freezers.
Após combinar a relação com o cliente, a mulher então insere o algodão na vagina para “sangrar” durante o ato sexual, podendo assim cobrar mais caro. Com isso, o valor do programa pode chegar a até US$ 1020 (o equivalente a R$ 2.300 ).
Um vídeo divulgado pela imprensa local mostra o dono de uma das clínicas mostrando como funciona o esquema.
Para ganhar dinheiro, promotor de vendas de Las Vegas se especializou em participar de pesquisas clínicas
Um promotor de vendas americano que não poupa esforços para economizar dinheiro e amealhar um reforço extra de caixa provou que não tem limites: Mark Parisi, que mora em Las Vegas e diz ser o maior pão-duro dos Estados Unidos, aceitou vender um de seus testículos por US$ 35 mil (cerca de R$ 80 mil). "É um procedimento simples: eles o substituem por um artificial e, 15 dias depois, cai um cheque na sua conta", disse.
Mark Parisi participa frequentemente de pesquisas clínicas
O órgão removido será usado em pesquisas clínicas. Parisi participa habitualmente de experimentos científicos a troco de dinheiro. Por exemplo, foi um dos voluntários que receberam US$ 5 mil por semana num perigoso teste que tenta descobrir uma vacina contra o letal vírus ebola.
"Uma das vantagens de se participar de pesquisas clínicas é ganhar um check-up completo. Só com médicos eu acredito ter economizado mais de US$ 150 mil nos últimos anos", revela, orgulhoso.
Parisi já planejou a próxima aventura científica após a venda do testículo: se ofereceu para participar de um arriscado teste cardíaco em que o coração para de bater por um minuto - com o voluntário consciente durante todo o tempo do procedimento. O teste poderá render US$ 25 mil por 15 dias de "trabalho", mas a experiência, por ora, foi proibida pela agência que regulamenta pesquisas médicas nos Estados Unidos.

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