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sábado, 10 de maio de 2014

G0YS-AS BICHAS COVARDES

OS GAYS POLITICAMENTE CORRETOS
 
"Gói ou Goy (do hebraico גוי : plural גויים , translit. goyim) é a palavra hebraica para nação ou povo, também utilizado pela comunidade judaica para se referir aos não judeus ou gentios."
Definitivamente este mundo é cruel mas não é nada monótono. Agora temos os G0ys.
O filme Brokeback Mountain, que narra o amor e envolvimento entre dois homens, seria ótimo, não fosse o fato de haver sexo entre eles. A opinião é dos g0ys, um grupo que nasceu nos Estados Unidos e já se espalha pelo mundo. De acordo com a ideologia deles, homens podem manter relações com pessoas do mesmo sexo desde que não haja penetração. Se, para a maioria das pessoas, um homem que se relaciona com outro é gay, para os g0ys isso não é uma regra. Os integrantes do grupo, que costumam ficar com outros caras, não se consideram homossexuais porque não praticam sexo anal.
Segundo o site Heterogoy.webnode.com, portal brasileiro sobre a ideologia, o tipo de contato que os parceiros têm entre si se resume a "preliminares na visão hétero tradicional, ou brincadeiras sacanas na visão hétero g0y." Ou seja, vale beijo, masturbação e, eventualmente, sexo oral. Mas, a penetração é rechaçada. O grupo destaca que os g0ys só fazem esse tipo de sexo com mulheres. O site estrangeiro g0ys.org afirma ainda que o processo natural de relação entre pessoas do mesmo sexo foi denegrido pelo movimento gay moderno, por conta do sexo anal e da perversão de alguns grupos e defende que essa filosofia não seja tolerada.
O conceito de g0y, que aos olhos de muita gente é encarado com estranheza, na visão deles é bastante claro. Em uma seção do site sobre "dúvidas frequentes" a pergunta sobre como diferenciar um gay de um g0y é respondida com facilidade:
"O nome composto gay-zero confunde no momento que pode levar à interpretação de que um gay-zero = heterossexual, o que não é verdade, por analogia um guaraná zero, não é aquele que virou fanta, mas apenas um guaraná que foi retirado um único componente, no caso o açucar. No caso dos gays é justamente isso, o gay-zero (ou g-zero) seria um homem que sente atração por outro homem, mas não pratica um dos componentes do mundo gay, um g-zero não é realiza sexo anal durante contatos íntimos masculinos"
A relação entre esses parceiros costuma ser chamada de Bromance, que significa Romance entre Brothers.
O grupo permite a afetividade entre homens, argumentando que o comportamento de pessoas do sexo masculinos se amarem e terem relações (com limitações) já era comum na Grécia antiga.
No Heterogoy.webnode.com , o grupo defende que um homem não precisa ser "tigrão", "machista" ou "animal" para ser homem. Entretanto, a masculinidade é exaltada pelos integrantes e palavras descriminatórias como "baitolice" são encontradas na página. No g0ys.org as palavras de ordem são: Amor, confiança, respeito, discrição e masculinidade.
Nas páginas do grupo na internet, existe até um estatuto, que define o pensamento deles: "G0ys não namoram nem casam com outros g0ys, têm no máximo uma amizade íntima. Casam-se com mulheres. “G0ys são a salvação do “homem de verdade” e, por isso, não permitem qualquer associação com imagens e clichês do mundo gay”.”G0ys criam clubes de relacionamento onde só é permitida a entrada de outros g0ys”.”G0ys não devem se envolver com o universo gay”.”Goys são machistas”.
Ainda segundo o site brasileiro, os g0ys têm até uma bandeira, toda em tons de azul, já que se trata de uma cor considerada masculina.
Bandeira G0y
Eu concordo com Paulo Silvino.
 
Se conseguirem e quiserem leiam o texto de Rodrigo Constantino 
G0ys: o gay que só coloca uma perna para fora do armário


"Confesso que é difícil acompanhar os modismos da era moderna, especialmente aqueles ligados à sexualidade. Cada dia inventam coisa nova. Agora temos os g0ys, uma espécie de gay que não tem coragem de chegar aos finalmentes, análogo ao maconheiro que fumou, mas não tragou:

O site brasileiro “Heterogoy” deixa muito claro que g0y não é gay e explica que “é um heterossexual mais liberal, que não faz sexo com homens, apenas faz brincadeiras sacanas, desde que nesses contatos não ocorra a penetração”, que os participantes do movimento acreditam ser “degradante”. “O termo g0y serve para designar homens que não praticam sexo anal com outros homens”, ressalta outro trecho do site brasileiro.

Em primeiro lugar, detesto esse uso deturpado e vulgar que fazem do termo liberal. Quer dizer então que liberal agora é a “bicha covarde”, aquela que está louca de vontade de “engatar a ré”, mas morre de medo? Há tempos que tentam misturar liberal com libertinagem e licenciosidade, o que não faz sentido algum. Um heterossexual que não quer “sacanagem” com outro homem seria mais conservador, careta e reacionário, é isso?

Outra coisa que me chama a atenção nessa bizarrice toda, marca dos tempos atuais, é que nada pode ficar entre o desejo e o ato. Não vou entrar na questão, aqui, se quem tem vontade de beijar outro homem já pode ser definido como gay. Mas vejam o que disse o coordenador especial da Diversidade Sexual da Prefeitura do Rio, Carlos Tufvesson:

Me espanta esse excesso de rótulos para a sexualidade. Isso, no fundo, tem raiz em um preconceito que liga o gay à feminilidade. Ou a penetração a algo feminino. Para mim, basta que sejam felizes e que curtam suas fantasias, pois quem não dá vazão aos desejos pode se tornar mais um homofóbico que sai por aí matando gays.

Edmund Burke já sabia que só está apto a ser livre quem consegue controlar seus apetites. Hoje, na era do hedonismo exacerbado, as pessoas confundem liberdade com fazer aquilo que dá na telha, seguir qualquer impulso, colocar em prática toda fantasia ou fetiche, “partir para o ato”, como diriam os psicanalistas.

Reparem na premissa exposta: se o sujeito não curtir todas as suas fantasias, ele poderá ser um assassino. O recalque, como sabia Freud, é fundamental como marca da civilização, o preço de nossa vida em sociedade humana, ainda que seja responsável pelo mal-estar na cultura. Mas eis que agora devemos agir feito animais sem nenhum tipo de freio, para não sair por aí matando os outros…

Tenho dito e repito: os “progressistas” avançaram tanto na “libertação” sexual que em breve os seres humanos estarão no mesmo patamar dos cães, transando no meio da rua sem cerimônia e quiçá com suas próprias mães!

Acha que exagero, leitor? Nem tanto, nem tanto. Os tabus estão aí para serem quebrados, ou assim reza a lenda vanguardista. Será que o incesto aguenta, quando a própria família tradicional sofre tantos ataques? Vamos lembrar que o pudor e a vergonha sempre foram limites à perversão humana, mas que é cada vez mais ultrapassado sentir constrangimento ou “ressaca moral” por qualquer ato sexual, independentemente do que ele envolva.

Outro comentário que faço, por fim, diz respeito ao incômodo dos líderes do movimento gay com essas novas tendências, que retiram o monopólio de suas “nobres” causas. Luiz Mott, antropólogo e fundador do Grupo Gay da Bahia, disse:

É um modismo, como as lesbian chics ou os HSH (homens que dizem fazer sexo com outros homens sem se identificar como homossexuais), sendo que essas microidentidades têm um componente homofóbico, pois preconceituosamente identificam o gay como um estereótipo.

Microidentidades? Há certa hipocrisia no ar, em não aceitar o novo grupo e querer definir (normalizar) o que é certo e errado no movimento LGBT. Mott se diz a favor da diversidade, mas apenas até a diversidade que ele define e aceita como tal. Medo de perder o monopólio da causa gay?

Eis a armadilha que os relativistas criaram e que se volta contra eles próprios. Isso me remete ao caso das artes pós-modernas. Tom Wolfe, no livro A Palavra Pintada, que comentei aqui, fala justamente de como o mantra de artistas como Greenberg, de que toda obra original parece feia a princípio, voltaria para assombrá-lo depois.

São as comportas abertas para o “vale tudo”. E depois, quando a coisa se torna realmente horrenda, como negar que isso é a mais pura maravilha artística, e que somente o preconceito impede alguém de perceber isso?

O movimento gay vem, há anos, vendendo a ideia de que a promiscuidade é normal ou positiva (vide as paradas gays ridículas), que cada um se define como quiser, que a “diversidade” é um valor em si, que não existe uma moral apenas, certo ou errado, etc. Agora não quer aceitar os tais g0ys, uma nova “minoria” que surge, mas que não se considera gay? Por que?

As sementes foram plantadas lá atrás, para ser mais preciso na década de 1960. “Hoje gosto de mulher, amanhã de homem, depois de ambos, e quem sabe de meninos e meninas no futuro”. Sim, a pedofilia chegou a ser relativizada pela esquerda também, que só recuou estrategicamente para poder atacar a Igreja com seus escândalos vindo à tona. Mas ainda há quem lute para derrubar mais esse tabu na esquerda.

Esse tipo de coisa, como esse modismo dos g0ys, mostra que o discurso de “born this way” (Lady Gaga) não se sustenta muito, à exceção de alguns casos talvez: há, isso sim, uma permissividade cada vez maior e um ambiente cultural que estimula cada vez mais o “vale tudo” e todo tipo de maluquice, como se a única coisa absurda fosse ter algum tipo de freio aos apetites sexuais que aparecem a cada momento."
Rodrigo Constantino

5 comentários:

  1. O que tem contra G0ys rsrrs!
    Acho normal, apesar de eu ser bem afeminado, não me considero G0y, mas na pratica não sou muito fã de sexo anal, acho ruim e incomodo

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  2. Eu acho que o fenômeno de multa g0ys. No mundo gay parece seguir as regras e estereótipos caber é uma obrigação e g0ys quero quebrar isso, Bravo!

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  3. É tanta sigla que não consigo mais entender nada. Até outro dia era GLS, depois GLBT, agora LGBTSI e a novida de o G0y...não era melhor logo ficar A-Z e cada um come o que gosta?
    abraços

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    1. Jorge a sigla mudou de GLS para LGBT por causa da briga entre gays radicais e os g0ys, os doidos da cabeça exigiam que os simpatizantes (ou seja os héteros liberais - g0ys) se assumissem como Bissexuais, o pau quebrou aqui em São Francisco nos Estados Unidos, como sou da militância gay posso afirma isso na maior tranquilidade. Daí a sigla mudou tirando os simpatizantes fora. Foi um erro, sem dúvida, uma politicagem desnecessária, tentamos nos unir aos g0ys, convidamos para ter uma ala e uma homenagem na gay pride, eles simplesmente recusaram, os g0ys se tornaram numerosos e muitos fortes, não tem como voltar atrás, o mundo homo erótico e homo sexual ficou dividido por causa de imbecilidades entre direita e esquerda sem o menor sentido e a sexualidade e a união para defesa contra os héteros normativos ficaram no segundo plano, e agora a questão é se todo mundo que gosta de homem é obrigado a ser gay? Claro que não, o sexo anal não pode ser obrigatório, cada um faz o que quer, no meu caso faço porque gosto e MUITO, mas a militância gay precisa respeitar as diferenças e deixar os g0ys em paz, aqui em San Francisco estamos tentando aprender isso, e espero que no Brasil aprendam também.

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  4. Legal entendi. LGBT é esquerda odiosa e luta de classes - heteros normativos contra gays e como resposta política a luta tem que ser gays contra heteros... meio idiota isso. Afinal todo gay é obrigatoriamente filho de uma relação hétero.
    Não há paz, desse jeito, sou homoafetivo, hoje realmente o conceito g0y me deixa em dúvida, estou mais pendendo para apoiar o movimento g0y pois me passa um cheiro de decência, do que esse arco-íris que antigamente era legal, mas hoje tem cheiro de politicagem e de luta pseudomarxita, não precisamos de luta, precisamos de bom convívio e de respeito as condições sexuais de cada um.
    Ah mas ainda existe alguma discriminação... ah! se tem amigo babaca que lhe discrimina, sinto muito talvez o errado seja você amigo gay. Deixe de ser vítima, seja próativo. Família agente nasce, mas amigos agente escolhe

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