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quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

A FESTA PROCRIATIVA

Acho impossível que na fila do supermercado, do banco ou qualquer outra, neste calor insuportável, você não pense que dois terços daquele pessoal podia ter sido evitado. E os pais daquele gente toda teriam gozado na mesma. Ou será que não?
Será que só eu acho que as relações sexuais quando inevitáveis pela força hercúlea dos hormônios podem redundar em simples orgasmos gratuitos? Será que os orgasmos têm que vir acompanhados de um pobre bebê? Bebê não é boneca pra brincar; é um ser humano digno de muito respeito e que vai acabar se ferrando neste planeta.
Quando você pega o metrô entupido de gente, sem espaço para respirar, você ainda pensa em fazer mais um filhinho? Não chega? Esse que você já fez não serve para te divertir e para dar um sentido à tua vidinha? Têm que ser dois, três, cinco?
Por favor, trepe sem deixar tantos vestígios.

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