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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

A alegria batizada

Assim não dá. Não brinco mais. Mas que alegria é essa? Está todo mundo bêbado. Alegria fabricada com álcool e drogas, não vale. Cheira-me a trapaça. O jogo do carnaval deveria ser limpo. A alegria deveria ser autêntica e genuína, mas não é. O carnaval é uma espécie de antidepressivo coletivo, regular e programado.
Chega a ser patético ver toda essa gente bêbada fingindo estar alegre. Quem precisa de carnaval para experimentar uma alegria falsa, poderia consultar um psiquiatra. Seria mais apropriado.

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