Eu tenho uma grande nostalgia do absoluto, mas nem por isso embarco no repulsivo navio submerso das religiões.
A estabilidade vale mais que o espetáculo. Procuro me distanciar das prioridades repugnantes desta maníaca civilização que eu detesto.
E já que não tenho nenhuma importância pro pessoal da galera nem poder para mudar o mundo, tento pelo menos ser soberano da minha silenciosa e secreta existência.
Fico aqui parado nesta lúcida escuridão e por vezes sou iluminado pela minha tênue e própria luz.
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Não diga besteira