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sábado, 27 de julho de 2019

É proibido odiar

Eu não estou a defender o ódio, mas o ódio é inevitável, intrínseco e inexorável. Depois que cunharam a expressão " discurso de ódio", o que vamos fazer com o ódio que sentimos?
A prova irrefutável da patologia, da infantilidade  e da insanidade do politicamente correto é a negação do óbvio e a repressão da evidência. Isso não acaba com o mal; apenas o mascara.
Todos sabem que o amor é o sentimento mais raro no planeta e  que o seu antípoda é o mais comum. Alguém refuta esta conclusão ululante? Ou por outra, se as pessoas não sentem ódio, sentem uma incomensurável indiferença. Será que vão proibir a indiferença também?
O ódio não é uma doença; o ódio é só um sentimento que não pode ser extinto por decreto.
Ironicamente, só estamos autorizados a amar e quase ninguém ama.

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