O conceito da mulher - sexo frágil, remonta ao século dezoito e foi reforçado no século dezenove, o século dos idiotas românticos.
Com muita frequência e só quando convém, os interessados recorrem a anacronismos irracionais.
A fragilidade da mulher nessas épocas estava ligada à força física.
Atualmente, força física não tem a mesma importância. Então, sejamos coerentes e prezemos pela lógica.
A mulher sempre foi muito mais forte que o homem. Senão vejamos.
1- Intelectualmente, a despeito do maior número de neurônios dos homens, a mulher usa com muito mais eficácia os dois hemisférios cerebrais. Por possuir um corpo caloso mais exuberante, a mulher usa com mais eficiência o hemisfério direito.
2- Sexualmente, é uma máquina de gerar prazer. A parafernália sexual da mulher humilha qualquer pretensão masculina. Orgasmos longos, orgasmos múltiplos e insaciedade.
3- Organicamente, a mulher é muitíssimo mais resistente. E para que servem os músculos se o mais importante é fazer face às doenças e a outras intempéries.
4- Longevidade. Nos países ocidentais, a mulher vive em média 7 a 8 anos a mais que os homens. Há países onde ela chega a viver 10 anos a mais.
Muito ao contrário do que se diz, a mulher é mais pragmática e menos emotiva que o homem. E evidentemente que eu sempre me refiro à maioria. Ninguém perde muito tempo com a minoria.
Como consequência da boa utilização do hemisfério direito, acrescente-se a manha e o ardil para fechar o pacote com chave de ouro.
E para massacrar os homens, no Brasil, ainda temos a lei Maria da Penha que agora se aplica em qualquer lugar e circunstância. O S.T.F. acaba de determinar.
O que sobrou para os homens? Talvez pagar a conta e carregar o mundo nas costas.

