Em 1957, Leon Festinger, psicólogo social, falou pela primeira vez em dissonância cognitiva.
O fenômeno não teve muita repercussão no século XX.
No século XXI com a advento da Internet e das redes sociais, a dissonância cognitiva tomou conta das discussões sobre comportamento.
O dissonante cognitivo tem horror à verdade, aos fatos comprovados e inquestionáveis e refugia-se patologicamente nas suas crenças infundadas.
Para o dissonante, o importante é o conforto psicológico que as suas convicções duvidosas lhe proporcionam.
Não debata com um dissonante, é perda de tempo e estresse garantido.
Embora a dissonância cognitiva não seja considerada uma doença mental, eu a coloco na primeira posição na lista dos destruídos psicológicos.
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