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sexta-feira, 23 de outubro de 2026

A. PANDEMIA DE DISSONANTES

Em 1957, Leon Festinger, psicólogo social, falou pela primeira vez em dissonância cognitiva. 

O fenômeno não  teve muita repercussão no século XX. 

No século XXI com a advento da Internet e das redes sociais, a dissonância cognitiva tomou conta das discussões sobre comportamento. 

O dissonante cognitivo tem horror à verdade, aos fatos comprovados e inquestionáveis e refugia-se patologicamente nas suas crenças infundadas. 

Para o dissonante, o importante é o conforto psicológico que as suas convicções duvidosas lhe proporcionam.

Não debata com um dissonante, é perda de tempo e estresse garantido. 

Embora a dissonância cognitiva não seja considerada uma doença mental, eu a coloco na primeira posição na lista dos destruídos psicológicos.

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