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quarta-feira, 7 de abril de 2021

Um festival de clichés

 

A família é a base da sociedade. 

Sem família está tudo perdido. 

Filho único é problemático.

Judeu é sovina. 

Português é burro.

Francês é chique. 

O brasileiro é um povo cordial.

Deus é onipotente, onisciente e onipresente.

As mulheres são muito sensíveis.

Os homens só pensam em sexo.

A tatuagem é uma forma de expressão.

Cerveja dá barriga.

Deus é fiel.

A virgem Maria era virgem. 

Só o amor constrói.

A democracia é um sistema maravilhoso.

O papa é infalível.

Há sempre um lado bom das coisas.

Crescei e multiplicai-vos. 

O nosso amor é para sempre.

Mulher é o sexo frágil.

Está escrito na bíblia.

A bíblia diz. 

Somos todos iguais.

Deus castiga.

Temos liberdade de expressão.

Quem espera sempre alcança.

As crianças são umas gracinhas.

Somos livres.

Bandido bom é bandido morto.

Só transo por amor. 

Sem você não sou ninguém. 

Esse cara sou eu. 

Deixa que eu resolvo.

Não tenho inimigos. 

Adoro a natureza. 

Salvem as baleias.

Seja vegano.

Venci na vida. 

Como todas. 

Toma este remedinho que passa.

As coisas vão melhorar. 

A vida é bela.

O inglês é uma língua muito fácil.

O importante é a beleza interior.

O Brasil é campeão.

Ele era fantástico, pena que já morreu. 

Cuidado com o juízo final.

Isso é olho gordo.

Eu te ligo.

Posta no face. 

É um festival de milagres. 

Formamos uma bela equipe. 

O chefe é um filho da puta. 

O síndico é ladrão.

Um beijo no coração. 

Jesus está voltando. 

Os sindicalistas são todos comunistas. 

Não vamos transar hoje. Vamos nos conhecer melhor.

Amai-vos uns aos outros.

Eu amo todos vocês. 

Você é o segundo homem a quem eu me entrego completamente. 

Existem os políticos bons.

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